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Cidade do México, México

Parte 2 - Indo além da região central

Como visto no artigo inicial sobre a Cidade do México, esta é uma cidade de proporções enormes e com uma quantidade suficiente de atrativos para manter seus visitantes entretidos por um período de tempo estendido. Supondo que os primeiros dias na capital mexicana tenham sido aproveitados conhecendo o centro histórico, o bosque de Chapultepec e a região entre ambos ao longo do Paseo de la Reforma, é chegado o momento de descobrir o que mais a cidade tem a oferecer.

Para isso, faz-se necessário estudar um pouco como locomover-se pela região pois, embora seja possível para uma pessoa bem disposta a caminhar explorar os atrativos mencionados anteriormente a pé, essa deixa de ser uma opção viável de agora em diante, devido às maiores distâncias envolvidas. Embora os táxis sejam abundantes, fáceis de serem tomados e não absurdamente caros, dificilmente podem ser considerados a maneira mais eficiente de se locomover, dado que a velocidade média com que conseguem trafegar não é elevada. Prefira, sempre que possível o metrô: uma das redes mais extensas do mundo, com uma tarifa irrisória e alta frequência, tornando os deslocamentos muito mais rápidos - como em qualquer cidade grande do planeta, cuide seus pertences. Outra opção bastante interessante, principalmente para estadas prolongadas é inscrever-se no programa Ecobici, um sistema de bicicletas públicas compartilhadas, que permite tomar uma bicicleta em um local e devolvê-la em outro tantas vezes quantas forem necessárias sem que haja cobrança por viagem (desde que cada uma não ultrapasse os 45 minutos - embora você sempre possa devolver uma e tomar outra emprestada imediatamente).

Ángel de la Independencia
Ángel de la Independencia

Seguindo pelo Paseo de la Reforma, desde a Zona Rosa e passando o Bosque de Chapultepec, chega-se às colônias de Polanco e Lomas. Trata-se uma região residencial exclusiva, com excelentes hotéis e restaurantes, escritórios de alto nível e embaixadas, boutiques de alto padrão e galerias de arte. Nesta região encontra-se o Museu Soumaya, localizado em um edifício de 46m de altura recoberto por mais de 16.000 placas de alumínio. É considerado um dos museus de arte mais importantes do mundo e abriga obras de Rodin, Renoir, Van Gogh, Picasso, Cézanne, Matisse, entre outros.

Agora, se ao invés de atravessar o Bosque de Chapultepec, o instinto lhe direcionar para o sul nas imediações do Anjo da Independência, você estará dirigindo-se para as regiões mais boêmias da cidade. A primeira delas vindo do norte é a Zona Rosa, que oferece cafés, restaurantes e muita diversão noturna. As colônias Roma e Condessa, um pouco mais ao sul, passaram por uma renovação geral depois do terremoto de 1985 e hoje apresentam uma atmosfera diferenciada. Roma tem a tendência de atrair bons restaurantes de comida latina, enquanto Condessa, mais sofisticada, se caracteriza por edifícios art decó, parques e ruas arborizadas com cafés e restaurantes ao ar livre.

Seguindo para o sul da cidade, o campus principal da Universidade Autônoma do México, conhecido simplesmente como Cidade Universitária impressiona pelas dimensões. Esta é uma das maiores universidades do mundo, com cerca de 300.000 estudantes. A região de Xochimilco, a sudeste da Cidade Universitária, é uma das únicas área da cidade que lembra como poderia ter sido toda essa zona na época da chegada dos espanhóis. Trata-se de uma vila construída entre canais do que foi antigamente um grande lago (seco para a construção da atual Cidade do México). Aqui pode se visitar o Mercado de Flores, o convento de San Bernardino e a Capela do Rosário, ou ainda tomar uma canoa e navegar pelos canais.

A região norte é, em geral, facilmente menos atrativa que a franja sul da cidade, mas ainda assim existe pelo menos um ponto de interesse ao norte do centro histórico da capital mexicana. A Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, o principal foco de peregrinação no continente americano, está localizada na Vila de Guadalupe a 6km do Zócalo, embora possa ser facilmente alcançada através da linha 6 do metrô.

Teotihuacán
Teotihuacán

Embora não estejam localizadas na Cidade do México propriamente dita, as ruínas de Teotihuacán são ponto de visita praticamente obrigatório para qualquer um que esteja na capital. Localizada a apenas 50km do centro da cidade, Teotihuacán foi uma das cidades pré-hispânicas mais importantes das Américas e seu nome significa "onde os homens se convertem em deuses". Além de suas atrações mais conhecidas, como a Pirâmide do Sol, a Pirâmide da Lua e o Palácio de Quetzalpapalotl, uma série de praças, calçadas e palácios secundários conferem a este lugar uma magia especial. É muito recomendável percorrer o local na companhia de um guia, se possível arqueólogo, que tenha a capacidade de potencializar o proveito tirado do passeio.

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